quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Você precisa saber: Colchões

Hoje terminamos a postagem do nosso Dossiê Colchões. Para receber o dossiê completo envie um e-mail para contato@minhacasasaudavel.com.br

Na semana que vem postaremos um dossiê sobre os Campos Eletromagnéticos


Continuando o nosso post anterior:


 COLCHÕES DE MOLA

      Por que os colchões de mola podem ser prejudiciais para a saúde ?

     1 - Dormindo sobre uma MALHA ELÉTRICA.

  
As molas de metal do seu colchão podem amplificar os Campos Eletromagnéticos do seu quarto e distorc­er os campos energéticos naturais da Terra.

 Os campos eletromagnéticos são formados pelas ondas eletromagnéticas, que são as energias emitidas pelas subestações de linhas de força, por linhas de transmissão e recepção, antenas parabólicas, por repetidoras de celular, por antenas de rádio e TV, por eletrodomésticos, computadores e por muitos outros aparelhos hoje considerados indispensáveis;
     
      As molas atuam como uma antena que capta os campos elétricos e eletromag­néticos de qualquer equipamento ou antena, que emita esses campos e cujas ondas estejam chegando no quarto onde está o colchão.

   2 – A energia elétrica que o seu cérebro produz naturalmente (sistema elétrico interno) muda de intensidade, afetada pela energia corrente na malha elétrica.

No seu corpo, as molas de metal em ressonância com os campos elétricos e eletromagnéticos vão criar o que é chamado um campo de ressonância ‘simpático’ e este campo terá impactos negativos sobre os cam­pos naturais do seu corpo.
 
     3  - Como isso acontece?
   
o Seu corpo tem a capacidade de se reparar enquan­to dorme. Isso é feito com o seu próprio sistema elétrico interno que funciona por meio de muitos impulsos elétricos fracos. Os impulsos elétricos são gerados por seu cérebro e são utilizados para a co­municação celular e tecidual. Isso acontece porque seu corpo é 70% composto de água com alto teor de minerais, tornando muito eletricamente con­dutivo.
 Todas as células do seu corpo vibram em ritmos diferentes, e esses pequenos impulsos elétri­cos são para a comunicação intracelular por todo o corpo. Por causa de seu funcionamento elétrico, o seu corpo funciona como um diapasão. Influências de campos elétricos e eletromagnéticos externos alteram esse funcionamento. No livro entitulado “Energy Medicine: The Scientific Basis” escrito pelo Dr. James Oschman (PhD em Biologia) esse processo é explicado com mais detalhes.

o O Relatório da Bio-Initiative (http://www.bioinitiative.org/report/index htm), publicado em agosto de 2007 por um grupo internacional de cientistas, pesquisadores e profis­sionais da política de saúde pública, relata sérias preocupações científicas sobre a radiação emitida pelas linhas elétricas, celulares e muitas outras fontes de exposição à radiação e campos eletromagnéticos na vida diária. Nossa exposição a esses campos nunca foi tão alta quanto agora, e ninguém sabe quais serão as consequências dessa super exposição. O mesmo  relatório


conclui que as normas existentes para a se­gurança pública são completamente inadequados para proteger a nossa saúde.

o  Esse mesmo relatório inclui es­tudos que mostram evidências de que os campos eletromagnéticos podem: afetar a expressão gêni­ca e protéica, tem efeitos genotóxicos (por exem­plo, danos ao DNA), induzir resposta ao estresse (stress-lo), afetam a função imunológica, afetam a neurologia e comportamento, causam câncer infan­til (leucemia), e diversos tipos de câncer, impactam a produção de melatoni­na, causam a doença de Alzheimer, e promovem o câncer de mama.

o A taxa de câncer de mama, e câncer de pele (melanoma) em países ocidentais é 10% maior na mama esquerda do que na direita. Ou seja, a cada 1000 mulheres com câncer de mama, 100 apresentarão câncer apenas na mama esquerda. No Japão essa diferença não existe.  Por quê?

 Pesquisadores têm sugerido uma explicação surpreendente para a incidência do câncer de mama e também de pele ser maior no lado esquerdo do corpo - e para o aumento dramático nas taxas de câncer de mama e melanoma ao longo das últimas três décadas. O fato de que no mundo todo, a grande maioria das pessoas prefere dormir sobre seus lados direitos, possivelmente como uma maneira de obter mais conforto, pois quando deitamos desse lado reduzimos o estresse e o peso no
coração. Mas porque isso aumentaria a incidência do câncer no lado esquerdo do corpo?


Um artigo da Revista Scientific American, pode ter a explicação para isso:

“As antenas são apenas objetos de metal de tamanho adequado para corresponder à dimensão do comprimento de onda de uma frequência específica de radiação eletromagnética. Assim como os saxofones são produzidos em diversos tamanhos para amplificar e ressoar com determinados comprimentos de onda de som, as ondas eletromagnéticas são seletivamente amplificadas por objetos metálicos.”


Os colchões de mola (objetos metálicos) funcionam como antenas e amplificadores para todos os campos elétricos e eletromagnéticos em volta da nossa cama. E enquanto dormimos,

“A radiação envolve nosso corpo enquanto dormimos sobre um colchão com metal, e a resistência máxima do campo eletromagnético se desenvolve 75 centímetros acima do colchão no meio do nosso corpo.

Quando dormimos sobre o lado direito, o lado esquerdo do corpo fica exposto a uma força desse campo duas vezes mais forte que a força que o lado direito absorve ".

 No Japão, não existe correlação entre as taxas de melanoma e câncer da mama, e não existe predominância do lado esquerdo para qualquer doença. A taxa de câncer da mama no Japão é também significativamente menor que no Ocidente . Mas os japoneses também preferem dormir sobre seus lados direitos. Então, como explicar essa dramática diferença?

    
      Nós da Casa Saudável, assim como uma série de pesquisadores e médicos, acreditamos que parte dessa explicação pode ser porque os japoneses dormem em colchões feitos de matéria natural, como o algodão.

     O mercado de consumo mundial está mudando, mas muito ainda precisa ser feito para que sejam adotados produtos químicos mais seguros para nossa saúde, e total transparência das indústrias em geral em fornecer informações reais sobre o que estamos consumindo. Os consumidores devem usar as informações contidas neste relatório para encontrar o colchão mais seguro que atenda às necessidades da sua família. As indústrias devem tomar medidas para garantir que todos os seus colchões sejam verdadeiramente seguros e devem divulgar plenamente os materiais que usam para produzi-los. E os formuladores de políticas devem agir para se certificarem de que produtos químicos tóxicos sejam removidos das linhas de produção.

Para Allan Lopes, Geobiólogo e fundador da Casa Saudável o colchão deve ser de elementos naturais, como algodão, palhas de milho ou de arroz e crina de cavalo. Em segundo lugar temos a opção de colchões ortopédicos, com uma estrutura de madeira seguida por um acolchoamento que deveria ser natural (mas durante essa pesquisa não encontramos fornecedores desse tipo de colchão). Colchões de espuma, mola ou água devem ser evitados sempre que possível, bem como colchões magnetizados, que exatamente por serem terapêuticos não devem ser utilizados o tempo todo. Em seu livro “Geobiologia - A arte do bem sentir” Allan Lopes explica que a saúde das casas e o bem estar das pessoas começa onde dormem.



Você pode conhecer nossa linha de colchões saudáveis clicando aqui!

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Você precisa saber: Colchões

Continuando nosso post anterior:


EFEITOS SOBRE AS CRIANÇAS 


Os efeitos de todas essas toxinas são ainda maiores nas crianças, pois seus sistemas reprodutivos, neurológicos, imunológicos e respiratórios ainda estão em desenvolvimento, o que as torna mais vulneráveis. A exposição a substâncias químicas de baixo nível durante o período crítico do desenvolvimento do cérebro pode causar danos irreversíveis. Durante o sono, os corpos das nossas crianças precisam se recuperar dos gastos energéticos do dia, e não absorver ou lutar contra os produtos químicos tóxicos liberados pelo seu colchão. Um colchão não tóxico é parte importante para o desenvolvimento de adultos saudáveis, e com certeza um bom colchão de matéria orgânica vai acompanhar nossos filhos por toda a infância.


No nosso próximo post você conhecerá os efeitos prejudiciais causados pelos colchões de mola. 


Conheça o nosso Catálogo de Colchões Saudáveis clicando aqui!


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Você precisa saber: Colchões

Continuando o assunto do nosso post passado, hoje você saberá um pouco mais sobre o efeito prejudicial que os colchões de espuma podem nos causar:


Ainda não existem estudos suficientes sobre o quanto esses retardantes de chamas agridem o nosso organismo e o meio ambiente. Mas o que já se sabe:

o Os PBDEs  sofrem bio- acumulação  no tecido adiposo, no sangue, no leite materno e em animais. Ou seja, se você fizer um exame de sangue detalhado provavelmente vai encontrar esses compostos químicos na sua corrente sanguínea e no seu leite materno.

o A União Europeia proibiu o PBDE.

o Em 2005, Walter Bader, dono da empresa norte-americana “Green Mattress” (Colchões Verdes), e autor do livro Camas Tóxicas, enviou diversos colchões para um laboratório em Atlanta. Em alguns colchões chegaram a encontrar a emissão de 61 tóxicos, incluindo benzeno e naftalina, que são cancerígenos.

 o Muitas pessoas acredi­tam que estão com alergia a poeira, ou a ácaros enquanto na realidade estão apresentando reações as toxinas liberadas pelos colchões.

o Jornal Europeu de Alergia e Imunologia Clínica – De acordo com um estudo publicado em 2002 nesse veículo, os ácaros da poeira se alimentam de pele que é descartada do corpo humano durante o sono de pessoas, dessa forma, não existe nenhuma maneira para impedi-los de viver dentro de um colchão. Ainda de acordo com esse estudo, o risco de encontrar ácaros em colchões de espuma é quatro vezes maior em comparação com o algodão convencional.

o  O Ministério da Saúde do Canadá, estudos dessa instituição demonstram que os efeitos colat­erais dos PBDE´S estão relacionados a diversas disfunções hor­monais, imunológicas, reprodutivas e neurológi­cas.

o A Agência Norte Americana De Proteção ao Meio Ambiente (United States Environmental Protection Agency (US EPA) considera os PBDEs  possíveis carcinogênicos.

o Esses aditivos químicos emitem um odor químico distinto (sabe aquele cheiro de colchão novo?) que diminui após a ventilação adequada. O cheiro diminui com o tempo, mas esses elementos químicos continuam sendo liberados no ar da sua casa pela espuma do seu colchão (são os chamados compostos orgânicos voláteis).

o  USP Ribeirão Preto - Segundo o Professor de Química da USP de Ribeirão Preto, Miguel J Daboud,  em artigo  originalmente publicado na edição de março do Jornal da USP online, entre as substâncias geradas pela queima direta ou pelo aquecimento intenso dos poliuretanos (espumas) estão os isocianatos, as aminas, o cianeto de hidrogênio (ácido cianídrico), óxidos de nitrogênio (como o óxido nítrico, NO) e o dióxido de nitrogênio (NO2). Este último é associado a incêndios; mas, no caso da decomposição do poliuretano, sua concentração é muito mais alta. Esses gases resultam na formação

de uma fumaça mortal, que é mais densa do que o ar. Além deles, formam-se ainda o monóxido de carbono e o dióxido de carbono, que resultam da queima de qualquer outro material orgânico. Assim, as proporções e a composição exata desses gases dependem do tipo de poliuretano queimado, que compreende ampla variedade.

o Uma dessas substâncias isoladamente, o isocianato de metila, matou mais de oito mil pessoas em Bhopal, na Índia, em 1984, no pior desastre químico da história da humanidade. Foi causado pela empresa Union Carbide e ainda tem consequências sobre os sobreviventes dessa tragédia. Esse tipo de substância e outras geradas pela queima da espuma do isolante acústico (espuma de poliuretano) mataram pessoas na boate em Santa Maria e em outra boate no Estado norte-americano de Rhode Island, em 2003. Vídeos de acesso público na internet mostram que muitas das vítimas do caso norte-americano foram queimadas pelo fogo após o envenenamento, enquanto a maioria das vítimas fatais em Santa Maria permaneceu intocada pelo fogo. Tudo isso mostra que os gases tóxicos liberados foram mais letais do que o fogo, pois em determinadas concentrações podem matar em tempos que não superam um a dois minutos.

No nosso próximo post você conhecerá os efeitos das toxinas causados nas crianças. Aguarde!

Caso você queira receber o nosso dossiê completo, envie uma solicitação para contato@minhacasasaudavel.com.br

Cordialmente, 
Equipe Casa Saudável.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Você precisa saber: Colchões

Existem muitas diferenças entre um colchão sintético e um colchão natural e existem algumas boas razões pelas quais você deveria estar preocupado com o tipo de colchão em que está dormindo.
A imagem abaixo representa a maioria dos colchões comercializados no mundo.

Os mais comuns são os colchões de espuma e os colchões de mola, os quais também contém espuma. Já menos comuns, mas facilmente encontrados, são os colchões magnéticos e os de látex. Nesse dossiê vamos falar um pouco sobre porque cada um desses colchões pode causar mal para a sua saúde e a saúde da sua família. 2

 COLCHÕES DE ESPUMA

De onde vem a espuma do seu colchão?
Fabricação da Espuma de Poliuretano – reação entre dois compostos químicos.
A espuma com os quais são fabricados os colchões é a espuma de poliuretano.
criação dos poliuretanos é atribuída ao químico industrial alemão Otto Bayera partir da reação de polidiação de dois compostos químicos – Os Isocianatos e os polióis. O produto foi inicialmente desenvolvido como um substituto da borracha, no início da Segunda Guerra Mundial.
A espuma de poliuretano (com a qual são produzidos os colchões) é geralmente feita com a adição de pequenas quantidades de materiais voláteis chamados de agentes de sopro, à mistura reacional. Tais materiais podem ser substâncias químicas voláteis e simples, como a acetona ou o cloreto de metileno, ou ainda os fluoro carbonetos mais sofisticados, que conferem características importantes de desempenho, primariamente a isolação térmica.
Estas substâncias podem causar bronquites, disfunções pulmonares, problemas oculares sérios como a queratopatia, doença que degenera a córnea e pode levar a cegueira. 

 Outra forma comum de se produzir espumas é pela adição de água a um dos líquidos precursores do poliuretano antes que sejam misturados. A água então reage com uma porção do isocianato, dando dióxido de carbono, formando bolhas relativamente uniformes que, com o endurecimento do polímero, formam uma espuma sólida.
A espuma libera uma série de componentes voláteis extremamente prejudiciais para a saúde, já ligados a irritações e alergias na pele, e problemas respiratórios, pois os compostos voláteis são absorvidos pelo corpo humano pela pele e quando respiramos.

COMO UM COLCHÃO É PRODUZIDO?


1- Preparam–se grandes placas de espuma, que são coladas com formaldeído

As placas de espuma são misturadas com diversas resinas (colas) à base de formaldeído para que a espuma fique mais dura, ou seja, com a densidade maior (D28, D 33 e outros).
Essas camadas serão coladas umas nas outras, formando assim o colchão. O adesivo que mantém as camadas de espumas juntas é o formaldeído, que está associado a asma, irritações, alergias câncer de pulmão, nariz e garganta. 


2 – Os componentes mais tóxicos dos colchões – cancerígenos, carcinogênicos, disfunções neurológicas e hormonais entre outros.
Mas os elementos mais tóxicos dos nossos colchões são os compostos halogenados clorados e, principalmente, os bromados, (PBDEs ). Dois dos principais retardantes de chamas utilizados na indústria, por serem mais baratos. Em contrapartida, são os mais tóxicos e danosos para a nossa saúde e o meio ambiente. Ainda não existem estudos suficientes sobre o quanto esses retardantes de chamas agridem o nosso organismo e o meio ambiente.

No próximo post vamos desenvolver um pouco mais esse assunto. E caso você queira receber o nosso dossiê completo, envie uma solicitação para contato@minhacasasaudavel.com.br
Cordialmente,
Equipe Casa Saudável

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

EVENTO "MENSAGENS DA ÁGUA PARA UMA VIDA SAUDÁVEL"

Evento “Mensagens da Água para uma Vida Saudável” com Dr. MasaruEmotoreúne cerca de 600 pessoas em Belo Horizonte

No dia 10 de setembro a cidade de Belo Horizonte foi palco do evento “Mensagens da Água para uma Vida Saudável”, no Minascentro. Com a realização da Casa Saudável e Inspire e o patrocínio da Acqualive, o evento teve o pesquisador japonês Dr. Masaru Emoto, pela primeira vez na cidade,como o palestrante principal. A presença do “Espírito das Águas”, personagem interpretado por NatháliaWilke, apresentou e conduziu as atrações de forma poética e original.

Os músicos mineiros com carreira internacional Renato Motha e Patrícia Lobato abriram o evento com mantras e canções inspiradoras, envolvendo os presentes em um clima de harmonia.

Após a palestra do Dr. Emoto ocorreu ainda um bate-papo sobre vida saudável com Allan Lopes ,geobiólogo e fundador da Casa Saudável, e o especialista em medicina funcional Dr. Romualdo Lima.

Com serenidade e bom humor, Dr. Masaru Emoto apresentou seu estudo sobre a influência das emoções e do ambiente nas moléculas de água e como isso pode afetar nosso temperamento, nossa personalidade e principalmente nossa saúde.Após vários experimentos, ele percebeu que a água é capaz de carregar informações e energia. Um desses experimentos foi fazer com que amostras de água “escutassem” música, partindo do pressuposto de que música é nada mais que vibração. Essas amostras foram congeladas e através de um microscópio especial foi possível notar a formação de cristais de água. Dependendo damúsica, a forma dos cristais era diferente.  Para exemplificar, Dr. Emoto mostrou à plateia o experimento que fez submetendo a água ao hino nacional brasileiro e depois ao hino do Japão. As imagens mostraram belos cristais hexagonais, cada um com detalhes peculiares e simétricos.

O especialista, que pesquisa a água há 20 anos, falou da importância de reverenciar a água e transmitir a ela os sentimentos de amor e gratidão. “A água é mais que uma manifestação de Deus, ela é Deus”, afirmou. A ideia principal dos estudos do Dr. MasaruEmoto é de que nós “somos água”. Segundo ele, quando éramos apenas uma célula nós já tínhamos 99% de água. Nosso cérebro é composto de 93% de água. Um bebê tem 80%, um adulto 70%. À medida que envelhecemos, essa porcentagem vai diminuindo, juntamente com a nossa capacidade cognitiva. Para ele, isso está relacionado com as causas da doença de Alzheimer. Para Emoto, qualquer doença pode ser curada com a água. Mas ele alerta que não basta apenas beber a água, que devemos ter um sentimento de amor e gratidão todas as vezes que bebemos água. “Dessa forma a água também passa a te amar e também a te agradecer. O contrário também acontece: se você desperdiça ou trata mal a água, ela também vai te tratar mal e ‘fugir’ de você, sair do seu corpo. A água é um espelho do nosso coração.”, explica.O pesquisador falou ainda sobre seu projeto de estudar a água do Brasil, em um terreno localizado em Brasília, e fez um apelo para que os brasileiros não deixem as grandes empresas explorarem nossa área de fontes hídricas subterrâneas que, segundo ele, é uma das maiores do mundo.

Em seguida Allan Lopes e o Dr. Romualdo Lima realizaram um breve bate-papo com uma abordagem ampla e diversificada sobre ter uma vida saudável, com foco na importância da água como meio de se obter qualidade de vida. Os especialistas destacaram a água alcalina – com PH maior que 7, como a melhor água para o nosso organismo, já que o sangue tem PH igual a 7,36. Foi aconselhadoevitar o consumo de água vendida em garrafas plásticas, pois segundo eleso plástico libera substâncias como bisfenol e dioxina, que são cancerígenas. Elesalertaramainda sobre os efeitos prejudiciais do micro-ondas, cuja radiação emitida contamina a água contida nos alimentos, quando aquecidos, e afeta nossa saúde. No caso de se esquentar somente a água no micro-ondas, ocorrerá uma desvitalizarão do líquido.Uma outra dica sobre água compartilhada por eles foi usar um filtro para a casa inteira, acoplado na caixa d’água,para se ter uma água de melhor qualidade ao lavar os alimentos, os utensílios, tomar banho, entre outros.

Os profissionais falaram também sobre a qualidade do sono. Allan Lopes advertiu que, para ter-se uma boa noite de sono, é necessário retirar do quarto ou ao menos desligar da tomada todos os aparelhos eletrônicos. Complementando, o Dr. Romualdo sugeriu o uso do blackout na janela: “qualquer entrada de iluminação pode fazer com que o nosso organismo não produza a substância melatonina, responsável por revitalizar verdadeiramente nosso corpo”, disse.


Além dos palestrantes, também estiveram presentes no evento o representante da Acqualive em Minas Gerais, José Augusto Pessoa, e a empresária Aléxia Soares, proprietária da Inspire Produções, responsável por trazer o Dr. Emoto ao Brasil pela segunda vez.

Fotografia: Rafael R. Lemos

SETE IDEIAS PARA TORNAR SUA CASA UM LUGAR MAIS RELAXANTE


A vida anda muito estressante, não é mesmo? Cada vez mais cobranças lotam nossa mente, seja do trabalho, família, parceiro... E o primeiro lugar que deveria ser um oásis de calma nessa rotina maluca é a nossa casa, certo? "A casa precisa ser um lugar em que a pessoa fuja do estresse. Se permitir ter um tempo livre e pessoal para experimentar o ócio construtivo é fundamental para a saúde e qualidade de vida das pessoas", comenta o psiquiatra Leonard Verea, especializado em Medicina Psicossomática e em Medicina do Trabalho. E para se criar esse espaço perfeito para relaxar, algumas mudanças precisam ser feitas. Se você nem sabe por onde começar, elaboramos um guia do que você pode mudar na sua casa para torná-la um verdadeiro spa. 

APOSTE NA MEIA LUZ
Uma boa ideia é comprar lâmpadas com menor voltagem, ou mesmo colocar em casa interruptores com graduação de luz, isso porque, quanto mais iluminado um ambiente, maior a sensação de que ainda é dia.! Ameia luz cria um ambiente escuro, que informa ao cérebro que é noite e isso estimulará a produção de melatonina, substância indutora do sono",explica o psiquiatra Leonard Verea, especialista em Medicina Psicossomática e em Medicina do Trabalho. E quando o corpo se prepara para dormir,ele
naturalmente relaxa. "Damos ao corpo os indicativos que ele precisa para passar da fase ativa para a fase do descanso", define Allan Lopes, geobiólogo e fundador da Casa Saudável, consultoria em Geobiologia que sugere melhorias em sua casa em prol da saúde.


INSPIRE RELAXAMENTO
Os cheiros da casa também podem ajudar no relaxamento, ainda mais quando lembram algo familiar.
"Aromas familiares e intensos, como os das flores, florestas ou do mar, são reconhecidos pela emoção  por trazerem boas sensações da juventude, diminuem a ansiedade", explica a psicóloga Samia Maluf, especialista em aromaterapia da clínica By Samia. De acordo com a especialista, o óleo mais usado para esses fins é a lavanda, que pode até trazer bons resultados para casos de insônia. "Ele pode ser utilizado num aromatizador de plug ou num réchaud, ou usado em sabonetes ou sprays, desde que tenham sido feitos com o óleo essencial". diferencia a especialista.


TROQUE DE NOTICIÁRIO
Notícias ruins não tem uma boa repercusão no nosso corpo. Muito pelo contrário, elas ajudam a estressar ainda mais. "As situações limite contaminam a todos - mesmo que não sejam vítimas diretas pois trazem á realidade uma cena dramática em um nível de destruição com o qual é muito difícil lidar", acredita Verea. Ou seja, ao invés de se informar de todos os crimes cometidos no dia, porque não mudar de canal? O mesmo vale para as notícias da internet, tente dar mais atenção a assuntos mais amenos quando chegar em casa.


ESCOLHA UM BOM SOFÁ
E nada como descansar em um sofá bem confortável,não é mesmo? O problema é que se o sofá é ruim,ou não nos sentamos ou mesmo deitamos de forma correta, é mais difícil relaxar. " Em geral a dor nas costas é causada pela má postura, pois algum músculo fica tenso ou não suporta a posição por longos períodos. Isso pode impedir as pessoas de descansarem",ensina o ortopedista Cássio Trevizan, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Não se preocupe, você pode deitar-se nele, desde que não seja por horas a fio! E ao sentar-se, procure sempre deixar as costas alinhadas e os pés encostados no chão. "Verifique ao comprar  se ao sentar-se seus joelhos não ficam mais altos que o bumbum, pois isso deixa os joelhos mais dobrados e desconfortáveis", explica o especialista. O material do sofá é algo importante: "quando for macio, é mais fácil esses equilíbrios acontecer, já que o peso do tronco fica sobre o bumbum, e isso faz com que ele afunde", conclui.

O SOM DA CALMA
Alguns tipos de música têm o poder de nos deixar mais calmos. Existem até pesquisadores que buscam montar rankings com músicas mais ou menos relaxantes.  " O ideal é que sejam músicas calmas e sem letras, ó sons, como do mar, vento", define o psiquiatra Verea. Mas o problema é que nem sempre isso funciona com todas as pessoas. Alguns podem acabar mais inquietos com esse tipo de som, justamente por não gostarem. "Cada pessoa relaxa de acordo com o seu estilo de vida e estilo musical, portanto não há problemas em relaxar ouvindo heavy metal, desde que seja o gosto da  pessoa. Se a música te faz esquecer os problemas, relaxar e acalmar, ela pode ser utilizada com esse fim", coclui o especialista. Portanto, tente ver qual  música te ajuda a se desconectar do mundo e do estresse do dia e aproveite.


INVISTA EM PLANTAS
Estar em contato com a natureza ajuda a acalmar os ânimos e até traz ganhos ao corpo. Um estudo publicado em 2013 mostrou que cidades com mais áreas verdes tinham indicadores de saúde melhores. Mas se você não consegue esses espaços na sua cidade, que tal investir em um na sua casa? Fazer um canto com plantas pode ser uma boa pedida para relaxar."As plantas de interior possuem a capacidade de filtrar o ar da casa, absorvendo toxinas e gás carbônico e liberando oxigênio para o  ambiente", comenta o geobiólogo Allan Lopes. ele nos conta que a NASA separou algumas  espécies de plantas que tem maior capacidade de limpar o ar. São elas: babosa, antúrio, areca, bambuzinho, agalonema, flor de maio, dracena,  cíclame, orquídea, comigo-ninguém-pode, azaléia-anã, bananeirinha, palmeirinha, gérbera, crisântemo, filodendro, jiboia, calanchoe, rafis, lírio da paz, espada de são Jorge, tulipa e begônia. "Mas para tornar o lugar aconchegante, depende muito do gosto das pessoas que habitam e também do tipo de espaço que se tem", pondera o especialista.


BANHO "NO STRESS"
Que tal lavar os problemas junto com a sujeira do corpo? Um banho relaxante pode ser a melhor forma de aproveitar bem , de entrar no clima de descanso. "Muitas vezes o estresse se configura por acúmulo de tensão no corpo. Essa tensão pode ser liberada através de um banho morno, pois a temperatura irá estimular a circulação sanguínea, comenta o geobiólogo Lopes. O contrário, porém, também é verdadeiro, já que o corpo se ativa com a água fria e também pode liberar suas tensões. Portanto, a temperatura depende de você. "É importante que cada um faça testes de como se sente melhor após um banho morno e após um banho mais frio", conclui o especialista.
Cantar no banho também pode ser terapêutico para quem gosta. "Escolha, de preferência uma música que conheça a letra para cantar junto  no único lugar que temos direito a sermos, todos, cantores!" ressalta Lopes. Afinal, tudo que  nos faz esquecer um pouco das dificuldades do dia a  dia é válido!.


Matéria publicada em:



















sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A CASA COMO FATOR DE DIAGNÓSTICO

CONSIDERAR OS AMBIENTES  COMO ELEMENTO INFLUENTE  NA CAUSA DE DOENÇAS  PODE SER DECISIVO NO NOSSO MODO DE VIDA.

Nos primórdios da Medicina, os homens e seus lares eram enxergados como um só organismo. Escrituras antigas provam que no Egito os arquitetos do templos também atuam como médicos. Hipócrates, em sua obra "Sobre os Ares, Águas e Lugares", já mencionava a influências da localização geográfica e dos elementos físicos e ambientais sobre a saúde e o estereótipo dos habitantes de cada lugar.O homem evoluiu, as sociedades se desenvolveram e essa sabedoria perdeu força e valor. Mas nosso corpo continua a refletir os efeitos provocados pelo ambiente.


         O lugar onde moramos, ou nosso local de trabalho, ainda não é a primeira coisa que nos vem a mente quando procuramos o que causa uma dor ou indisposição. Porém, desde 1982  a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece os termos Habitação Saudável, que compreende a habitação como um agente de saúde de seus moradores ou usuários, e Doenças Provocadas  pelo  Edifício (BRI), que são as doenças atribuídas diretamente á construção. Se mais de 20% do ocupantes apresentarem os mesmos sintomas, o imóvel pode ser diagnosticado com a Síndrome do Edifício Doente (SED), outro termo reconhecido pela instituição.Pela OMS até 30% dos edifícios novos e  reformados em todos o mundo pode conter SED.

          Quando isto ocorre, a solução do enigma pode estar no próprio projeto da edificação.Sistemas de circulação de ar que não recebem manutenção com frequência são uma das principais razões.

           A GEOBIOLOGIA, ramo da ciência que estuda os ambientes e edificações e sua relação com a saúde das pessoas, identifica diversos outros itens a serem observados, tais como localização, mobiliário, produtos de limpeza e campos de radiação.Quanto ao último fator, a Geobiologia acredita que as falhas geológicas e correntes de água subterrâneas emitem radiações que geram uma influência, na superfície, capaz de alterar o funcionamento celular dos seres vivos que habitarem o local ou permanecerem nele por muito tempo.


           Para ALLAN LOPES,geobiólogo e fundador da Casa Saudável, praticamente todos os edifícios podem ser transformados em Habitação saudável. Ele explica que toda construção, é um ser vivo, em que as vigas correspondem aos ossos; as paredes aos músculos; o revestimento e a tinta usada são como a pele da casa e assim por diante. "tudo se resume em cuidar da casa para que ela cuide de você. Daí a necessidade de encontrarmos materiais saudáveis, que possam promover a respiração cutânea deste imenso organismo que habitamos e chamamos de lar", ressalta.

           Segundo Lopes, sintomas como a alergia, distúrbios do sono, doenças de pele, fadiga e até mesmo a redução  da libido estão ligados ás edificações. Certamente as doenças que temos são um conjunto de fatores, mas á medida que considerarmos as condições do ambiente como parte deste conjunto, será mais fácil descobrir a origem dos problemas e tratá-los.


Matéria publicada em: Jornal Cidadão do Mundo.